És hoje apenas a raiva na minha voz, a ironia expelida compulsivamente. A vontade de gritar.
Já não me acalmas nem me embalas em melodias. Tens finalmente importancia de 'ponto final', a que tanto querias ter.
E continuas tão irreal... escondido sob essa face ectoplasmica que só eu posso ver...(...)»
(Apenas um pedaço de escrita maldita da que por vezes nos assombra a meio de uma noite de insónia - e de algo mais-em que os pensamentos fluem se que os consiga acompanhar)